Abbey Road e a teoria da morte de Paul McCartney: a história por trás do disco dos Beatles
- avozdovinil

- 29 de mar.
- 2 min de leitura

O Vovô conta que, na segunda metade dos anos 1960, um maluco entrou numa rádio americana com uma história que parecia piada… mas não era.
Segundo ele, Paulie — o beatle “fofo” — tinha sofrido um acidente de moto e saído do combinado.
E pra banda não acabar, os outros três teriam colocado um sósia no lugar.
Simples assim.
E o mais curioso: muita gente acreditou.
A partir daí começou uma caça às pistas.
E a principal “prova” estava na capa de um disco.

Abbey Road.
Na teoria:
Johnny, todo de branco, seria o médico legista.Ricardinho Estrela, de preto, o padre.Paulie, descalço, com o passo fora do padrão e cigarro na mão — o morto.Jorginho, lá atrás, discreto de jeans — o coveiro.
E não para por aí.
O Fusca estacionado com a placa “28IF”.
Traduzindo livre: “Se estivesse vivo, teria 28 anos”.
Do outro lado, um furgão preto.
Segundo os conspiradores… um carro funerário.
Convenhamos: como teoria da conspiração, é boa.
Como jogada de marketing… melhor ainda.
O disco, batizado com o nome da rua onde ficava o estúdio — Abbey Road — acabou virando o chamado “canto do cisne” dos Beatles.
Logo depois, a banda rompe.
E tem um detalhe que muita gente esquece:
Nesse disco, George Harrison não ficou na sombra.
Ele colocou duas pedradas na história da música:
“Something”e“Here Comes the Sun”
Anos depois, o próprio Paul resolveu encerrar o assunto do jeito mais elegante possível:
tirando sarro.
Lançou um disco ao vivo chamado:

“Paul is Live”
Refez a clássica foto da capa.
Mas dessa vez…
sem o furgão funerário.
E com a placa do Fusca mostrando sua idade real na época: 51 anos.
Um deboche fino.
Um recado direto.
E o fim de uma das teorias mais famosas da história da música.
No fim das contas, fica a pergunta:
Você acha que foi só coincidência…ou os caras sabiam exatamente o que estavam fazendo?
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